Arquivo de novembro \19\UTC 2008

A Matrix roda no Windows

Repassando aqui um vídeo bem engraçado que o LEITOR (nossa, tenho leitores!) Guilherme me passou hoje: A Matrix roda no Windows. Detalhe pro final: “Ubuntu? I’m going to learn Ubuntu?”

TAKE THE RED PILL. GET THE BLUE SCREEN.

Nos próximos dias volto, respondo aos comentários do post anterior, entro na discussão e posto mais alguma coisa… Vi que passar 8 dias sem postar resultou em UMA VISUALIZAÇÃO quarta passada. Assim fica difícil…

Web Semântica e o efeito do Fax

Lendo o livro do Peter Mika, Web Semântica e Redes Sociais, na parte sobre a adoção da Web semântica, se fala do efeito do Fax, que emperra a adoção em larga escala de RDF e OWL, p. ex.

É mais ou menos assim: quando as primeiras máquinas de Fax entraram no mercado, tinham um preço alto e eram inúteis… Por quê? A utilidade delas vêm do fato de serem capazes de se comunicar com outras. Assim, seu valor de utilidade só emerge proporcionalmente a quantidade de usuários que adotam a novidade. Isso também acontece com tecnologias semânticas, que prometem um mundo de integração, reuso e inferência em dados distribuídos por muitos sítios na Web.

O efeito do Fax será superado!

O efeito do Fax será superado!

E quando é que a Web Semântica será uma tecnologia (1) atrativa, (2) interessante e finalmente (3) indispensável para que haja adoção? Veremos.

Um programador não vai ser um early adopter (1) de tecnologias semânticas caso o big boss não imponha dizendo que é uma ferramenta interessante (2) pra gerir e apresentar o conhecimento dos empregados sobre o domínio da aplicação. Empresas inovadoras estão na fase (1) – há boas idéias por aí e sítios começando. Estes vão fazer gerentes acharem as tecnologias aplicáveis nas empresas (2).

Se todas as empresas usam Fax, o problema pode ser financeiro (3). Clientes são perdidos porque não se adotou uma tecnologia, empresas podem fechar por não terem entrado no campeonato nas fase (1) ou (2). Hoje em dia, quem não faz absolutamente nada com AJAX, PERDE mercado. Quem perder mercado porque não tem um site semantic-aware, adotará a Web 3.0 (3!).

Só não vai atrás da Nova Web quem já morreu!

Só não vai atrás da Nova Web quem já morreu!

O que acontece é: Empresas querem produtividade e talvez só adotem (ou briguem por) uma coisa nova quando o Martin Fowler ou algum guru disser que é bom! Ou quando doer no bolso!

Infelizmente, há ainda muitos gaps na infra-estrutura da Web Semântica: API’s, ferramentas de autoria de ontologias, integração de bancos de dados legados, etc. Pra mim, o que falta são as Killer Applications, que podem surgir a despeito dos gaps. Afinal, nenhum guru iria dizer que “redes socias isso, redes sociais aquilo” se não aparecessem Orkut, Wikipédia, YouTube, Flickr, Del.icio.us, etc.

Há muito para se percorrer, muitos entrarão no meio da competição, que sim, JÁ COMEÇOU. Mas quem não largar na frente pode perder a maratona!

O jogo dos (meta)dados

Houve uma discussão sobre a burocracia da Web Semântica num post anterior. Precisamos rolar os dados… Devem haver métodos FÁCEIS (user-friendly), xuxu beleza, dinâmicos, sociais, etc (ao quadrado) para representar conhecimento (dados e metadados) de forma organizada e processável. Não precisa ser tão burocrático!

Só assim a Web pode ser semântica numa escala tão grande como ela agora ou ela daqui a 1 ano, 1 segundo. Mas para garantir semântica precisamos de algumas estruturas (e ontologia é apenas uma delas, porém, a mais completa, formal e bem estudada) para organizar a bagunça.

Duas formas de fazer isso que levam muito em consideração o que a Web 2.0 trouxe, sem precisar editar OWL e saber Lógica de Descrição: folksonomias e Wikis Semânticos. Folksonomias já foram explicadas. Wikis Semânticos são ambientes de edição Wiki onde atributos como relações entre páginas, suas categorias e hierarquias podem ser descritas “in a Wiki way”, facinho como editar um artigo da Wikipédia. Uma grande feature de um Wiki Semântico são os links tipados. É só colocar um rótulo no link, é só dizer o que este link significa. Soa fácil né? Pois é! Veja aí a figura. É do artigo sobre a extensão semântica do MediaWiki (software que a Wikipédia usa debaixo dos panos).

Links tipados no SemanticMediaWiki

Links tipados no SemanticMediaWiki

Um usuário comum e saltitante quer tarefas fáceis, produzir ontologias não é uma delas. Eles querem fazer como os times do Renato Gaúcho, BRINCAR! Assim, o conhecimento deles precisa ser capturado com interfaces analfabetas como caixinhas de texto para tags. Até mesmo tipar links pode ser impeditivo. E agora? Vamos precisar dos “engenheiros de conhecimento” da época dos sistemas especialistas e da “I.A. de papai” pra produzir todas as ontologias? I don’t think so.

Com estruturas de semântica fraca como folksonomias temos dados capturados de qualquer tipo de usuário. Podemos então usar técnicas de estatística, processamento de linguagem natural e análise de redes sociais para a inferência de conhecimento mais formal, que pode servir tanto pra melhorar a propria folksonomia ou para agregar serviços ao site que faz uso do sistema de social tagging. Podemos fazer com que isso convirja para uma ontologia!

Além disso, metadados servem para fazer anotação semântica, ou seja, informação numa página que é processada por agentes com conhecimento de ontologias. Por exemplo, usar metadados dublin core para especificar autor, título e outros dados pessoais numa página, de maneira formalizada, é um começo.

Á-RRAI! I-HI! Web Semântica vale UM MILHÃO!

Á-RRAI! I-HI! Web Semântica vale UM MILHÃO!

Finalmente… vamos usar estruturas com semântica formal bem definida como ontologias ou estruturas de semântica leve e depois extrair essas informações? Eis a pergunta que vale 1 milhão de reais, e talvez não precisemos tanto da ajuda dos universitários, MÁ ÔI!

Evento de computação em Maceió

Divulgando…

A I Jornada Acadêmica de Informática da FAL é um evento destinado aos estudantes, docentes, profissionais de computação e áreas afins, cujas principais abordagens, serão: Novas Tecnologias, Tendências do Mercado de Trabalho e Carreira Acadêmica.

Local: Auditório da Faculdade de Alagoas (Unidade Jatiúca).

Data/Hora: 05, 06 e 07 de Novembro (ESSA SEMANA!) das 19 às 22hs

Inscrições: De grátis!

Glock e o mecânico, OS CULPADOS!

Perdedor NÚMERO UM, da fórmula 1!

Perdedor NÚMERO UM, da fórmula 1!

O DOENTE do mecânico que ferrou Felipe em Cingapura.

O DOENTE do mecânico que ferrou Felipe em Cingapura.

A culpa é desses dois animais aí. O Felipe fez a parte dele, ganhou a corrida, e a uma curva do fim, lembrando o clássico “Hoje não, hoje não…. Hoje sim!“, perdeu.

O primeiro, Timo Glock, não segurou o carro na subida, nos últimos momentos da corrida. O outro DOENTE, Federico Uguzzoni, mecânico da Ferrari, fez merda com o “pirulito eletrônico” na prova de Cinpagura, o Massa saiu dos boxes com mangueira de combustível e tudo.

SÃO OS DOIS VERDADEIROS CULPADOS PRO FELLIPE NÃO TER GANHO O CAMPEONATO.

O mecânico da Ferrari principalmente… Enfim, valeu Fellipe, fez sua parte e é nosso ídolo da fórmula 1.

I am speechless, como o Hamilton falando no rádio com a equipe depois de saber que foi campeão. Sem palavras.

O Flávio Gomes, jornalista especialista em automobilismo da ESPN foi tomar uma água. Eu vou almoçar.

Aderindo a campanha BATE NELE RUBINHO

Pra quebrar o clima muito sério e acadêmico pro meu gosto…

BATE NELE RUBINHO! BATE NELE RUBINHO! BATE NELE RUBINHO! Bate nele que é Massa!!!

Detalhe que eu SONHEI com isso (ISSO É SÉRIO PRA CARALHO!) antes de ver essa campanha, era assim: O Hamilton se fodia no treino, largava atrás. Aí na corrida de recuperação ia passando todo mundo, mas quando chegava no Barrichello, o Rubinho ficava empatando ele de passar, e ele puto porque tava com o carro melhor. Depois de algumas voltas atrás, impaciente… PIMBA! BATEU NO RUBINHO! PERDEU PLAYBOY!! Vai chorar no colinho da PUSSYCAT que te pariu!

FELIPE MASSA DO BRAAAAAAAAAASIIIIIIIIIIIL!

Vi no buzz da globo.com, depois de ver no Sedentário.


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