Se você olhar direitinho, o código reflete como o programador percebe o problema e sua solução. Antes de programar, os desenvolvedores gastam algum tempo pensando no problema, identificando propriedades importantes e suas conexões subjacentes, num processo que revela o modo que eles percebem situações do mundo real. Analogamente, filósofos estão constantemente tentando identificar as mais importantes propriedades de questões como A Vida, O Universo e Tudo o Mais.

Marvin foi capaz de resolvers os maiores problemas matemáticos, químicos, biológicos, sociológicos, filosóficos e psicológicos do Universo, excepto seus próprios problemas!
Assim podemos fazer um mapeamento entre as idéias de linguagens de programação e as idéias que os filósofos tiveram ao longo dos séculos. É perfeitamente razoável considerar linguagens de programação como diferentes filosofias em um mundo virtual, onde entidades existem e interajem entre si. Até as perguntas fundamentais podem sofrer uma profunda transformação, por exemplo, “O que é auto-consciência?” pode ser refraseada como “O que é reflexão?”.
Então e se os filosófos fossem programadores? Que linguagens eles usariam?
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